É preciso muita calma, é preciso muito amor.
É preciso muita cama, sem hora marcada, ao acaso, sem caô.
Chega da ansiedade dos relógios. Eu quero toda volúpia de quem não espera, de quem se surpreende e entra no jogo, mas consegue sair dele no café da manhã.
Jogos novos com os mesmos jogadores. Não quero sentar na mesa e ficar nela até sair com tudo ou nada.
Quero deixar pra amanhã, mesmo que ela nunca chegue. E vou chegando, devagarinho, sem me entregar, a não ser entre chão e teto, de espelho e não de vidro, onde a gente entrega o RG na entrada e se identifica dentro do quarto.
Identidades falsas, e não caras metades. Não quero pseudo paixões de colegial, mas sacanagem pura. Me sacaneia.
Terça-feira, Fevereiro 15, 2011
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1 comentários:
Gay
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